De Alegre muitos falarão, não lhe faltarão apoios, elogios, críticas e tempos de antena. A minha candidatura não é desse mundo, é deste país. É a candidatura de todos os que, ao longo destes anos, manifestando publicamente a intenção de se candidatarem não o puderam fazer porque uma democracia limitada e hipócrita lhes barrou o caminho. Desde um tal pastor da Beira Alta, passando pelo Teixeira da Associação Académica de Coimbra, até ao grande Mário Viegas, todos esses portugueses serão aqui referência.
Por exemplo, sabiam que antes de Manuel Alegre já o poeta António Pedro Ribeiro tinha apresentado oficialmente a sua candidatura?!
Esta candidatura é para ir até onde fôr. Só um adversário ditará a minha desistência: D.Duarte de Bragança.
Julgo que o acabará por fazer. Será uma forma perversa mas inteligente de referendar a monarquia. Se ganhar todos o tratarão por rei e não presidente da república.



