O Natal dos nossos tempos cumpre-se com prendas. Quantos não vivem, nesta época, angústias por não saberem o que oferecer a determinadas pessoas? Mas que prenda é que eu vou dar a esta pessoa? Depois, o problema é que é difícil resistir à aparente inevitabilidade de ir ao centro comercial e engordar, com as nossas compras, o grande e insaciável “natal-capital”.
Por acaso, eu não tenho esses problemas. Para mim, prendas são garrafão de vinho, garrafão de azeite ou garrafão de literatura, adquiridos obrigatoriamente em mercados tradicionais ou paralelos.
O vinho e o azeite podem fazer mal à saúde; os livros, não.
Para mim, se não me oferecerem um livro, comprarem-me um ou dois já seria uma bela prenda.
Enviem-me a morada e ele vos chegará. Campanha de Natal — 10 euros a peça, incluindo portes.


Ahahahahahah...isso é que é falar!
ResponderEliminarJá agora, para a letra dizer com a careta e evitar que eu lhe bata à porta, ofereça-me o 2º que o 1º já o tenho... :)))
Abraço
Janita, pode sempre bater à minha porta que lhe asseguro, está sempre aberta. Tal não invalida que o 2º siga, entretanto, pelo correio como prenda de dezembro.
EliminarTenho uma família imensa...
ResponderEliminarmas tua ideia de prenda
fervilhou-me na cabeça
e
vou oferecer uma entrada
para que possam assistir
à minha peça, já estreada
e a exibir a 3 de fevereiro
é ou não porreiro?
Amanhã faço anúncio...
Abraço agradecido
dar-me tal ideia foi uma rica prenda
Força Rogério, deixa-te de meias, garrafas e chinelos, oferece o que é da tua lavra. Se a peça subir a Serra de Aire, juro que tiro as pantufas e irei ser público.
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