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sábado, 30 de janeiro de 2010

E o porco sou eu?!

Conheço-o de vista mas não falo com ele. Sei que é um traste que não olha a meios para conseguir os seus fins. Ontem, cruzou-se comigo num local público. Começou "Ah! Ah! Ah!" e rematou com um "Atchin!".
Espirrou-me para cima e não pediu desculpa. Terá sido de propósito? Será só mal educado? Como é que devemos reagir quando nos espirram para cima e ainda por cima não nos pedem desculpa?  Ainda que tenhamos ficado com a cara coberta de gafanhotos e manchado o colarinho que tanto dinheiro nos custou,acabamos por não reagir.

A gripe dos porcos foi um espirro gigante do monstro porco capitalista! Sabíamos que era capaz de tudo! Já tinha ensaiado as cuspidelas da gripe das aves e das vacas loucas! Para o monstro porco capitalista não passam de actividades de lazer, rentáveis números de circo: compram-se os melhores laboratórios no fabrico de vírus e anti-vírus, uma poderosa agência de informação que arraste todas as outras atrás de si e depois é só colocar as televisões e uns meio-peritos a debitar cenários. Não chega a ser necessário que o vírus se espalhe mas apenas a sua notícia. Gastou-se dinheiro?! Que importa?! Criou-se riqueza!
O pior é se isto um dia se torna na história do rapaz e do lobo.

Quem sou eu para falar sobre isto?! Ninguém?! Da...a! É a gripe do porcos e eu sou o Rei dos Leittões!
A paranóia afectou tragicamente este blogue, das centenas passei para as dezenas de visitas diárias! Isto apesar de eu ter garantido que blogaria de máscara!
Imagem vista no Fliscorno e no Cantigueiro

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

No dia em que o Rei faz anos

Hoje, Dia de Reis, o Rei está triste, há quatro anos que anda a dizer as mesmas coisas e não passa da cepa torta!


É preciso lembrar a malta que eu faço anos?! Deêm-me ao menos os parabens! Fica sempre bem!

Vou ficar por aqui. O ano passado é que foi uma festa de bolotas, até recebi prendas:


Foi a prenda do Fliscorno



terça-feira, 29 de setembro de 2009

This is the end

Venho comunicar-vos o fim deste reino em consequência do desaparecimento do monarca D.Pata Negra. Foi tudo muito rápido:
O autor - Face a estes resultados eleitorais só vejo uma solução: fazer a revolução de porta a porta!...
Pata Negra - Assim, à maneira das Testemunhas de Jeová?!...
Revólver do autor - PUM! PUM!...
O corpo fica em brasa ardente até que os servidores do blogger o ousem decompor.
O autor

- Vou andar por aí!

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Leitão à sexta


Ameiogaz/ascrisesexistenciaissãoprópriasdaadolescência/at
éestasbrincadeirasosão/porissotalvezeusejaumjovempromissor/profissão:promissor!
Aqui estou. Não sei porquê, para quê ou por que diabo. O verdadeiro rei é aquele que abdica do reino em nome da coroa ou o que abdica da coroa em nome do reino?! Na minha ausência, na minha vila viçosa, apercebi-me que caminho para um tiro regícida. Estudei a minha blogosfera, observei os meus blogs em silêncio, dizem que pertencemos a um mundo de redes sociais, dão-nos uma importância de estudo-caso. No nosso canto - e o nosso canto é um canto de libertários, comunistas, poetas, aposentados, divorciados, doidos varridos, activistas de teclado, líricos, flores, palavras de circunstância e canto - nós temos ido ao encontro dos nossos encontros e temo-nos encontrado, em cada casa, em cada blogue, entre a cumplicidade das nossas construções ideológicas, entre a sensiblidade dos nossos percursos construídos, entre as chalaças do verbos cruzados como é prova esta singela prosa.


Este é um poste sinceramente, sinceramente, de natureza existencial. Ah, não me vindes, amigos da tal "rede social" pedir, com comentários de inavaliável sinceridade, dizer "não acabes"," tu vales isto", "tu és necessário","gosto de ti"! Eu nunca me irei embora!

Isto, para mim, já é como ter de andar de carro, só deixarei de conduzir quando estiver pitosga e, mesmo que todos me apitem, eu continuarei a percorrer as minhas ruas e, sobretudo, as minhas estradas. E, tal qual serei sempre o piloto da viatura que me transporta, serei sempre o Rei deste blogue. E olhem que, acreditem, não me movem falsas modéstias, não pretendo da minha actividade blogueira mais do que umas conversas de "rede social" entre uma cambada de libertários, comunistas, poetas, aposentados, divorciados, doidos varridos, activistas de teclado, líricos, flores, palavras de criscunstância e canto!... (criscunstância?! - escrevi!... já não emendo!).


Isto tudo para dizer que este blogue, só é blogue porque existem outros blogues e, que os outros blogues, que justificam que exista este blogue, são a razão porque existe este blogue. Dos amigos que por aqui tenho criado, só exijo uma coisa, tratem-me por Majestade, deixem-me ser Rei, Rei dos Leitões, adoro leitão.


Este é um desabafo de final de férias! Para falar verdade, já não tenho mais assunto para falar! Este blogue corre o risco de se tornar numa espécie de ... é melhor não adjectivar!... Se falo de política... porra não me faltam amigos, por aqui, que dão um jeito à coisa que só não percebo porque não vão a votos; se amando uns versos... porra se há coisa que não falta é poesia na blogosfera!, se... se... se... vou continuar assim, membro de uma "rede social" - o termo é infeliz - de blogue em blogue, rei de pequenos porcos, assim...

Neste final de férias tenho acertado as conversas com os meus velhos, a minha madrinha, o Ti Manel, a Ti Lena, o Ti João. Eles são os meus ecos de criança e os ecos do tempo que me espera. Este blogue talvez pretenda ser uma voz que medeia entre esses dois tempos.

Quem quiser gramar-me que me grame, porra, este poste não tem sentido nenhum, estou novamente em forma...O Rei está de volta! Com o advento do vinho novo irei voltar à lucidez! Talvez louco mas, ainda assim, lúcido! Entretanto, talvez me falte o tempo, é que vou andar muito ocupado na minha candidatura a presidente da junta de... gaita! voltei a esquecer-me do nome da freguesia!

Um abraço a todos os fidalgos e fidalgas e um rabo a todos os que passam nesta porta como quem espreita num buraco de fechadura! Loucos! porque é que espreitam pelo buraco da fechadura se a porta está aberta!?

Estou novamente em forma: este poste não tem sentido nenhum!

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

No dia em que o Rei faz anos

Blogue Rei dos Leittões: há três anos a dizer a mesma coisa.
Em 2006 o prefácio era assim:
Escrevo, de lágrimas no bolso, como uma criança que faz um boneco e pensa que este vê porque lhe desenha olhos no rosto! E para que mais pode servir a inteligência a quem é piolho da sua própria cabeça e todos os dias se senta à mesa para se comer a si próprio?!

No primeiro de 2007 foi assado:
Palmas para o autor da frase:
"José Sócrates é o melhor primeiro-ministro desde 25 de Abril e o segundo melhor desde 28 de Maio"

Em 2008 as mesmas tretas:
Dia 6, agora, este blogue faz 2 anos, pela forma mais recente até parece que se quer transformar num diário. Não permitirei! Será sempre um blogue sem linha, sem projecto, sem orientação! Aliás, como a personagem que o governa, como o autor da personagem, como a empresa onde trabalha e o país onde vive o autor da personagem.

Em 2009, seguindo o mote re-té-té-téu de que nada há nada para falar:

Falar de mim?! Para quê se estou despido!? Já ninguém gosta de toucinho, dizem que faz mal ao colesterol!...

Falar da crise? Qual crise?! Dessa crise que inventaram para submeter os que apenas têm a ver com ela o facto de serem o seu objecto, qual porco que é o centro da festa da matança sem saber que crime cometeu? Que culpa podem atirar aos que vivem para sobreviver? O que se lhes pede? Sacrifícios? O único sacrifício que se lhes pode pedir é a morte! Mas, como ninguém estará disposto a morrer para servir de churrasco nos vossos banquetes, estaremos condenados ao confronto!
- O quê!? Pareceu-me ouvir “Só queremos fazer um petisco com os vossos tomates!” A mim quem me tocar nos tomates leva com tudo!

Falar de Sócrates?! Qual Sócrates?! A minha terra é adubada com a minha própria obra! Nada me renderá a um país que levou ao pódio o epitáfio da sua cultura! (Se alguém me transcrever num comentário, um pensamento, uma ideia, uma linha que tenha sido escrita por esse homem (que não seja uma página A4 de inglês técnico!), eu fecho imediatamente este blogue! E olhem que me custará muito se for essa a sorte!

Falar da luta?! Não, as gentes do lado mais ocidental são mesmo assim! 48 anos! 48 anos conformados até que meia dúzia de soldados descontentes lhe abriram as ruas para respirarem! Afinal de contas, contra, mesmo contra, “meia dúzia de líricos, meia dúzia de líricos que acabavam todos a fugir para o estrangeiro!”(“” José Mário Branco FMI).
E agora?! Meia dúzia de líricos que se/nos confortam/os no exílio da silenciosa ou silenciada blogosfera! Estamos à espera de quê?!

É verdade que nas ruas já se luta ordeiramente!
“Eh pá não concordo nada com esse cartaz que levas aí! / Eh pá os gajos que vão lá à frente são comunistas! / Eh pá os gajos entenderam-se com o governo em não sei quê! / Eh pá só concordo se formos por aquela rua! / Eh pá os gajos dos sindicatos não trabalham! / Eh pá eu é que sei! “
Deixem-se dessa merda pá! Já que não se podem unir na hora da vitória, unam-se ao menos no tempo do combate! Depois?! Depois, lutaremos uns contra os outros até se chegar a não sei onde! Pronto! Também não posso falar disto!

Falar de Gaza?! Estou farto dessa guerra, de Deus, Jeová, Alá!... Já toda a gente percebeu que ninguém vencerá! Já toda a gente percebeu que não se pode estar de nenhum lado nem em lado nenhum! Já toda a gente percebeu que não percebe nada do assunto! Pronto, eu por princípio, fico sempre do lado do mais fraco mesmo que não saiba qual ele é!

É por estas e por outras que eu faço questão de, neste terceiro aniversário deste reinado, não falar de nada! Estão para aí a ler estas linhas, para quê?! Alegrem-se porra! Isto é uma festa de anos!! Cantem-me os parabéns por detrás desses monitores manchados de gafanhotos! Se não me querem cantar a mim cantem os Reis que hoje é dia deles!..
Vou cumprir a festa respondendo, tanto quanto possível na hora, a todos os comentários. Se alguém me enviar presentes postáveis irão sendo desembrulhados neste post.
E, por agora, vou continuar a cumprir o propósito de não falar na minha festa de anos mas… já que hoje faço anos!… deixem-me ser o centro das atenções!…

Obrigado a todos os que ao longo destes três anos foram espreitando, lendo e vendo e, sobretudo, comentando. Vai em trinta mil visitas e tantos comentários sem que algum, alguma vez, tenha sido minimamente inconveniente.

Nota: Continuo orgulhoso por pressentir que nenhum xuxalista, seguidor ou eleitor, por aqui pára ou aqui se sente bem.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Leitão à sexta

Eh pá! Há coisas do caraças! Andava eu à procura de qualquer coisa que me servisse para oferecer o leitão da sexta ao pessoal e eis que... "pata negra"... "pata negra"... aparecem-me os Pata Negra maravilha.Primeiro pensei:
- É a oportunidade da minha vida, vão ter de me indemnizar pela utilização dum nome já registado por tudo o que é "underground" da blogosfera!

Depois, pensei melhor:
- Vou ter de mudar de nome! Eu não sou digno de utilizar este nome! Não se pode dizer que os putos tocam bem?! Então que eu diga pelo menos que tocam como eu gostaria de tocar!
Para quem gosta de coisas que eu também gosto, são só 2:52 min!


Agora percebo porque é o meu avô, quando queria dar uns golpes no presunto, dizia para a minha avó:

- Ó Maria traz-me aí a guitarra!

A nora do meu pai, fala diferente:

-Ó Pata deixa esse blogue falido e vem ver televisão!

A nora do meu pai é capaz de ter razão... Esta corte cheira a vila viçosa em vésperas de regicídio!

quinta-feira, 3 de abril de 2008

O Comentador

Existe para aí, em mundos que não são o meu, um título ou coisa parecida que rotula certas criaturas com o nome de "comendador". Pergunto eu: o que é um comendador?!

No meu reino, chamar-se-á a isso "comentador"?!...

Pois bem, o Senhor Alberto Cardoso, ilustre e desconhecido servo que, qual Corcunda de Notre Dame, tem animado o imaginário dos escuros labirintos e aposentos desta corte, excedeu-se desta. Refiro-me ao seu comentário no post de ontem - Vale Tudo.
Sempre com o trato devido de "Majestade" que se me deve e com o reconhecimento humilde que o trono exige, tem-me lustrado a coroa de forma exemplar, pelo que já lhe devo, há muito, o gesto de o condecorar com as insígnias de "Comentador".
E andava eu, já há uns tempos, a congeminar a forma de dar forma, com protocolo e cerimónia, a expressão do titulado, quando surge, inesperado, o comentário que transcrevo:

Majestade. Antes de mais quero apresentar a Sua Alteza Real e à Sua Realíssima Família (sem ofensa!) os meus cumprimentos. Depois deste intróito que fica sempre bem quando nos dirigimos a um eleito pelos deuses (não é Rei quem quer mas quem para isso está destinado), pois, evidentemente, já nem sei onde ia, mas ah, dizia eu, ou melhor, queria dizer que aprovo e aplaudo o Vosso propósito de juntar um burro ao Real agregado familiar mais próximo. Esta opção pelo burro prova, uma vez mais, a superior sagacidade de Vossa Alteza Real. Cães e gatos, pelos vistos, não faltam ao redor do Palácio; cobras e lagartos há por todo o lado (quem os não ouve?) ratinhos, coelhos e afins, calculo, também haverá ao redor da Residência Real e tartarugas não aconselho a ninguém pela tristeza que nos vem, quando ao fim de 400 anos (mais 100 menos 100, elas se finam). Daí a inteligente ideia do burro! Mas dos genuínos, dos de 4 patas, orelhudos, de cauda e com tudo o resto a que têm direito. Nada dessas imitações que por aí proliferam. Tanto quanto sei, é de uma injustiça atroz chamar burro a um animal que, dizem os entendidos, de “burro” nada tem (reparem nas galinhas!). Além de que os burros estão em vias de extinção devido à modernização industrial da agricultura, às novas vias e meios de transporte e ao «corre-corre» dos dias de hoje. De tudo isto resulta que os burros só poderem continuar a existir enquanto houver pessoas, como Vossa Majestade, que se empenhem na sua preservação. Mas atenção, Majestade. Se ficar apenas pelo burro só fará metade do que é necessário.Não conseguirá Sua Alteza convencer um qualquer outro reino ai das redondezas a adquirir uma burra para dar satisfação aos inevitáveis anseios do Real burro e, conjuntamente, ele e ela, darem continuidade à espécie?
Alberto Cardoso
Caro servo Alberto, eu tenho porca! Gostava de ser burro, mas já existe para aí o Jumento, o País do Burro, entre outros equídeos, que povoam a fauna blogosférica mediterrânica. É verdade que, reencarnando eu numa vida asna, pouco se alteraria o meu papel na mundana existência, do rom-rom para o in-om-in-om seria mínima a distância mas, mesmo nesse caso, eu não dispensaria a minha porca. Por isso, Cardoso, porco ou burro, a porca será sempre rainha!

Respeitosamente,
seu Servo-Rei
Pata Negra - Rei dos Leittões

quarta-feira, 26 de março de 2008

Desrressuscito-me

Desço da cruz para acalmar o Reino.
Lembro-me de, em pequeno, interrogar-me do porquê de, na minha aldeia, a Páscoa ser festejada na segunda feira e concluir, infantilmente, que tal se devia às dificuldades de comunicação do princípio da Era que só permitiram que a notícia da Ressureição chegasse no dia seguinte a lugar tão remoto.
Lembro-me de, em pequeno, acordar todos os anos, nesse dia, com o ribombar da alvorada e levantar-me excitadíssimo com o entusiasmo de quem vai viver a data principal do almanaque do sítio.
Lembro-me de ir crescendo e vivendo com conterrâneos e contemporâneos num quotidiano em que era omnipresente o horizonte que iríamos pisar na próxima Páscoa.
Já foi no meu tempo que a festa começou a dar dinheiro e, como não é terra de santos nem os santos da terra vão com contas de vigários, se decidiu que na terça feira se esbanjaria em ofertas de sardinha, broa, vinho, foguetes e acordeonistas o líquido das oferendas e lucros da segunda.
Eis, portanto, a explicação da minha ausência: no Sábado arranjo do recinto, no Domingo teste de torneiras e assadores, na Segunda a festa, na Terça a festa, na Quarta na cama até agora, a tomar conta da vesícula. Estou de cérebro entorpecido mas, ainda assim, aqui estou num sacrifício nobre de entornado, digo entronado, para pôr a paz no Reino:
- Alberto! Tu põe-te no lugar da Maria!
- Maria! Tu põe-te no lugar do Alberto!
- Eu! Estou no torno, digo Trono!
Da Festa não vos vou contar - pelo menos hoje, amanhã se já conseguir comer, talvez já conte – as coisas que a fazem ser diferente das outras, à parte de ser a minha festa.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Contador

Estava eu por aqui re-comentando quando dei por ela que o contador passou a modesta fasquia dos 10000. Não o são verdadeiramente porque fiz batota, começei em 100. No princípio, todos os dias, vigiava o contador e concluía cá com os meus botões: - Estou a escrever para mim, isto é mesmo um blog de gaveta! Agora, os amigos e visitantes encaixam nas minhas expectativas, na minha capacidade produtiva, na personagem João Rato e transpõem a altura da minha responsabilidade.

Pode ser ridícula esta nota e esta sinalização mas é a oportunidade que encontro para o discurso comum:
Existe um cidadão com BI, por detrás desta personagem, que não é rei de nada. Este reino teria uma corte fantasma se não fossem os visitantes e esta corte seria uma barraca se não fossem os que comentam. Por isso, o meu maior obrigado vai para os comentadores, são eles que mantêm as tochas do palácio acesas!
Obrigado! Por aqui o Rei estará sempre nu!
(Não é que a minha acção seja determinada por votos ou audiências - não sou político nem canal de televisão; mas porque é que há gente que é contra esta coisa dos contadores?!)

quinta-feira, 29 de março de 2007

Blogs e trabalho

Muito a propósito deste tempo do "temos que produzir mais", do trabalho como "único futuro", do lazer como regalia imerecida, vale a pena ler esta ligação ao velho Agostinho da Silva.
Vale também a pena ler, no mesmo sítio, um comentário intruso "Rainha da Sucata" sobre bloggers. Muito a propósito do post que precedo - liguem:
http://a-bomba.blogspot.com/2006/04/agostinho-da-silva.html

segunda-feira, 8 de maio de 2006

Rei dos Leitões

O blog estava em hibernação
Um amigo disse-me para mudar o nome
Encontrámo-lo: Rei dos Leittões
Por muitos motivos; discutimos todos os nomes; discutimos todas as interpretações possíveis para este nome; por isso qq interpretação é apropriada!
Um blog se existe é para ser lido, mas antes de mais nada é para ser encontrado:
um português vai sair pra fora cá dentro, vai ao Luso encher os garrafões de plástico de água! Vai ao Buçaco mostrar o Palácio por fora - aquele palácio por dentro não deve de ter interesse para o português zé!
Luso-Buçaco-Bairrada-Leitões-Almoço-quem tem google vai a Roma-encontra este blog:
irá ou não irá!

Com dois tt só para que o google diga:
Será que quis dizer REI DOS LEITÕES?!