quarta-feira, 24 de julho de 2013

Se me perguntam


Se me perguntam se eu sabia que isto ia dar nisto? Claro que sabia que isto ia dar nisto . Se me perguntam se eu tive uma opinião diferente. É claro que tive sempre uma opinião diferente. Se me perguntam se eu lutei. Estive sempre presente em todas as ações de luta. Se me perguntam se eu defendi que havia outros caminhos. O caminho dos poderosos nunca foi o meu caminho. Se me perguntam se eu nunca participei nas decisões. Apenas votei sempre e estou inteiramente convencido que os meus eleitos, sempre diligenciaram contra isto, sempre tiveram em conta a minha opinião, sempre estiveram na frente da luta, sempre defenderam outros caminhos e sempre tentaram impedir as decisões que deram nisto.

E dito isto, entre esforços vãos e aclamados sacrifícios, remamos a favor do rápido com as velas içadas contra a corrente. Tudo se vai entre os dedos das mãos como areia,  os esforços, os sacrifícios, as promessas e até o futuro e os versos dos poetas. É nestas alturas que vale a pena erguer os punhos fechados!

7 comentários:

Maria disse...

Cerrar punhos e avançar!

Abraço.

jrd disse...

É assim que temos de responder!

Rogério Pereira disse...

Só de punho erguido
Este (des)governo será corrido!
Só de punho fechado
Este caminho será mudado!

Da nossa força se fará essa certeza

salvoconduto disse...

Bem cerrados, às vezes imagino-os feitos martelos, o pior são os nós dos dedos, são de osso não são de ferro.

Mar Arável disse...

Punhos

sempre

Lelo disse...

Também eu votei sempre em todas as eleições e também eu acredito que os meus eleitos não poriam em prática uma política desgraçada como esta a que estamos sujeitos.

do Zambujal disse...

De punho erguida e mãos dadas... cada vez mais, sempre mais
porque também contam os de antes de nós e os de depois de nós

Um grande abraço