segunda-feira, 16 de julho de 2007

Ainda o FMI

O meu amigo Zé - que penso que sei quem é - entusiasmou-se com o excerto do FMI do José Mário Branco e vai de continuar o desabafo que transcrevi no post de quinta passada, pela caixa de comentários adentro! Porque pressenti a gana com que citou, quão semelhante à minha no cotejo, continuemos:

"Deixem-me em paz porra, deixem-me em paz e sossego, não me emprenhem mais pelos ouvidos caralho, não há paciência, não há paciência, deixem-me em paz caralho, saiam daqui, deixem-me sozinho, só um minuto, vão vender jornais e governos e greves e sindicatos e policias e generais para o raio que vos parta!"

Estarei a abusar do texto e do autor!? - Não! O autor não se deve importar e a Conjuntura reclama a readmissão do "grito de revolta"!

(Tive conhecimento deste "grito" quando lia em tertúlia a Cena do Ódio de Almada Negreiros. O amigo dos Trinta fora no dia anterior ouvir o José Mário, cantar de sua justiça, ao Teatro Sousa Bastos -1982. Nunca mais separei estes dois gritos.)

3 comentários:

Anónimo disse...

O que é triste é haver quem não saiba o que é FMI do JMB e julgue que te passou uma "onda" e decidiste fazer um post sem nexo e cheio de horríveis palavrões. Devem ser novos!!!
Zé (o tal que sabes que é)

Kaotica disse...

Já somos dois!

Estão ambos nos meus links "Imperdíveis".

Mas a lição é dura e toca nas feridas!

Vou de férias, um abraço!

Moriae disse...

Ainda não consigo dizer essa asneira mas suponho que não deve faltar tanto ... :)
Isto tá a ficar lindo tá ....
à cerca do JMB, acho que se deve escrever por extenso, mas talvez seja a minha costela de professora extinta tal como era a falar. FMI, se não sabem, aprendam!
Abraço, J.