sábado, 24 de maio de 2008

Porque há qualquer coisa que não bate certo

Passaram os tempos de apertar o cinto, agora o que sinto é o pescoço apertado, falta-me o ar...
Não há mais nada a dizer a não ser:

e

pincel do adesenhar

10 comentários:

Savonarola disse...

Companheiro!

Também me sinto asfixiar. Com este capitalismo selvagem que o poder e o Estado andam a servir descaradamente.

Um abraço solidário

AJB - martelo disse...

É A GATUNAGEM EM ACÇÃO...

pé-de-salsa disse...

Já pensei em fazer o mesmo da foto

Tiago R Cardoso disse...

mas para uma solução dessas seria preciso beber muita cerveja, não ?

O Guardião disse...

Ainda não é desta que lhes dá uma diarreia que os obrigue a ficarem no penico, onde parece ser o seu lugar.
Cumps

Marreta disse...

É como dizes, é preciso acabar com os motores a 2, 3 e quatro tempos, movidos a gasolina e gasóleo.
É preciso fomentar a utilização de burros, asnos, jericos e machos, raças em vias de extinção no nosso país, e de todo o animal de quatro patas e talvez até de alguns de 2 patas que por aí andam subaproveitados.
GASOLINA A 50 EUROS O LITRO! JÁ!
Saudações ecológicas do Marreta.

Marreta disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
alberto cardoso disse...

ÚLTIMA HORA!
A APF (Associação Portuguesa de Farmácias) encomendou um estudo a, pelo menos três conceituados Gabinetes, com vista à possibilidade de passar a vender nas Farmácias, em frascos conta-gotas, gasolina, gasóleo e até GPL.
Fonte: Lousa.

aDesenhar disse...

entre escolher a alternativa da Junta de Freguesia da Ericeira ou a do Kaos, opto pela segunda, assim atesto quando e onde bem me apetecer!
com o meu pincel apenas destapei um pouco do véu ou dos bastidores das iniciais da GALP! só não vê quem não quer!
:-)

A. João Soares disse...

Pata Negra,
O poder criativo e inovador dos portugueses não pára. Eis na imagem a utilização de uma nova fórmula de bio-diesel, de bio-combustível, com muitas ‘ok-tanas’ e alguma ‘o-reia’. É uma alternativa aos combustíveis provenientes do petróleo cujos preços estão pela hora da morte. Agora, há que efectuar o marketing para o levar ao conhecimento dos governantes. Para isso, sugere-se que os portugueses se decidam a beber uma ou duas cervejas (o dinheiro não dá para mais!), de fabrico nacional, e depois depositem ao portão do palácio de S. Bento a sua generosa oferta deste bio-diesel ao governo a fim de este reduzir o défice e equilibrar as finanças. Daí, devem dirigir-se à porta da GALP p+ara aí serem oferecidas de igual forma as gotas sobrantes e outras que entretanto sejam produzidas, para que os beneficiados pelos «tachos dourados» actuais e as «reformas milionárias» dos ex-dourados, não sejam reduzidos…
Desta forma, o novo combustível, ‘o-rina’, acabará por alcançar o êxito comercial desejado.
Cumprimentos com muitas ‘ok-tanas’
A. João Soares