quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Afinal já sei o que vou postar hoje

Andava prá’qui a matutar que devia postar qualquer coisita qu’isto anda um bocado pró morto e eis quando o Metralhinha me lança um desafio: abrir um livro ao calha e transcrever a 5.ª linha da página 161.
Logo a mim que tenho apenas dois ou três livros e que só de pensar num com mais de 161 páginas me tremem os olhos de palavras. Mas entre a garrafeira lá encontrei um da minha adolescência, que a minha primeira namorada - de seu nome MªQuintalinha, vinte anos mais velha do que eu, me ofereceu: Léxico do Erótico de Ludwig Knoll - Livraria Bertrand, 1977.



Passo o repto a: Flávio Josefo, Metralhinha, Prophet, Juvenal, Dona Carlota Joaquina

10 comentários:

Anónimo disse...

Como eu compreendo o teu problema! 5.ª linha da página 161? O tipo que teve esta ideia pensa o quê? Que somos todos intelectuais? É que não deve haver para aí muitos livros com tantas páginas. Eu, pelo menos, não tenho visto. Também é verdade que já não tenho filhos na escola. Mas tirando aquele que o Sr. Padre usa na missa nos dias de festa, penso que não deve haver muitos mais. Olha para ele. 161 páginas! Só se tivesse muitos bonecos. Eu ainda consigo ler as letra grandes da Bola. Depois dá-me cá uma soneira que não aguento. E ler aquelas letra pequeninas só prejudica. Para já dá cabo das vistas e depois, segundo diz o Sr. Padre, quase todos os livros metem ideias na cabeça às pessoas que as leva à perdição. E eu acredito no que o Sr. Padre diz.
Bem, vou andando. Cumprimentos para o João, mulher e para os bácoros.

SILÊNCIO CULPADO disse...

Ah, mas até tem imensa piada. Só tu me farias rir logo pela manhã. E acho que conseguístes!..
Um abraço

quintarantino disse...

Amigo João, o amigo quando recebeu a primeira lição de sado-masoquismo já era Majestade e não Infante, espero...

NÓMADA disse...

Olha, João. Tu és um poeta extraordinário. O poema da Terra do Não é uma obra-prima. Quando publicares um livro diz que eu compro. Mas não me venhas com a linah 161.

Zé Povinho disse...

Só uma linha de facto não elucidava nada. Boa partida!
Abraço do Zé

Maria, Flor de Lotus disse...

Pois, com todo o respeito, eu não acho.
O livro aborda um tema que remete a profunda reflexão. O grafismo é excelente, diria mesmo que de mais fina qualidade que as já aqui elogiadas letrinhas da BOLA.
O argumento é deveras apresentado de modo inteligente, já que a imagem forte e controversa não deixa de acutilar os espíritos intelectualmente curiosos sobre qual será o conteúdo do livro nas demais páginas :
Terá este par a lembrança de momentos de doçura retratados nas demais folhas escondidas do livro?
Como terá este par tão controverso, tão ditado pelas suas características, a percorrer a Terra do Não, chegado à fase da ruptura pela chinelada ?
E depois do chinelo, ainda restou espaço para eles no mundo do preconceito...
Mas já agora e a preceito, aceita-se a sugestão de Quarantino : o rapaz não pode ser menino...
Em síntese
Fazendo a crítica literária da obra estou tentada a atribuir -lhe 10 em 10 estrelas.
Muito engraçado. Muito imaginativo.
Engenhoso. Interessante. Nota máxima.
Maria

SILÊNCIO CULPADO disse...

Perante uma grande sacanice que está a ser feita sobre alguns professores que não recebem vencimento,têm horários d e12 horas ou estão a recibos verdes sugere-se que todos os blogues publiquem a notícia que está no http://cegueiralusa.blogspot.com

Metralhinha disse...

Nunca ouviste:
- Passa a outro e não ao mesmo!

Agora o meu espírito inquiridor não descansará interrogando-se sobre os diagramas demonstrativos das outras páginas.

Flávio Josefo disse...

Assim não vale!

martelo disse...

há quem leia o último capítulo para adiantar trabalho.